Dois meses depois de uma ausência desavisada, este blog retorna com boas justificativas para quem se interessa. A cobertura semanal fidedigna dos fatos que movimentam a política brasileira foi abandonada em função de uma reportagem investigativa especial que demandou jornadas internacionais a lugares onde o homem jamais esteve. Tudo começou quando a famosa fonte misteriosa do caso Watergate, conhecido como “Deep Throat”, fez uma revelação exclusiva ao Vírgula Dois.Havia indícios de que o Brasil montou durante os tempos de ditadura militar uma agência secreta financiada pelas mais brilhantes mentes do exército, que até hoje está ativa, atuando não só em território nacional, como também em outros países. O objetivo, por incrível que pareça, é garantir a manutenção da democracia e desbaratar esquemas ilícitos de desvio de dinheiro público. Mas o detalhe que chama mais atenção é a estratégia usada nas operações.
Para manter o sigilo e não dar bandeira, a agência utiliza apenas mulheres altamente treinadas, com beleza física singular, produzidas em laboratórios equipados com tecnologia de ponta. O cultivo é feito dentro de uma parceria secreta com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), no escritório Labex, em Beltsville, nos Estados Unidos. A equipe de repórteres do blog, então, começou a investigar o caso e descobriu que o Brasil estava até exportando os exemplares femininos.
Todos os detalhes dessa reportagem especial serão divulgados aqui em uma série de posts ao longo dos próximos meses. Por enquanto, o Vírgula Dois adianta que muitos episódios históricos envolvendo políticos foram arquitetados pela agência brasileira. Desde Mônica Lewinsky até Mônica Veloso, várias mulheres foram escaladas nas operações, incluindo o mais recente episódio em Nova York, que resultou na renúncia do governador Eliot Spitzer. Dessa vez, a agente secreta levou o nome germânico de Andrea Schwartz.









